Publicarei aqui as minhas melhores experiências com livros, músicas, filosofia e viagens. O blog começou com relatos, dicas, fotos, curiosidades de países que conheci em minha vida. Aí nasceu o Lucas, primeiro neto... (todas as fotos deste blog são minhas ou de minhas filhas, Tatiana e Fernanda, ou terão o crédito devidamente publicado pelo autor que desejar colaborar com o site)
sábado, 10 de janeiro de 2015
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Camboja - Angkor Wat e Siem Riep
Fiz essa viagem em 2011.
Passamos umas 3 semanas lendo sobre Angkor, pegando livros e mais livros na biblioteca até ficarmos especialistas em histórias hindus, império khmer e danças asiáticas. Foi ótimo, pois lá está cheio de guias "quengos" do tipo que empata um grupo de turistas falando coisas como "aqui vocês podem ver peixes, nadando no oceano"... ai, meu Deus! Fica o conselho, se precisar de guia, contrate em uma agência de turismo antes, nunca pegue um menino no local, ok?
E cuidado com os vendedores de incenso, em cada degrau tem um, convencendo o turista que ele tem a obrigação, tem de rezar a Buda ali, comprando o incenso dele... Há muita pobreza por ali, ao redor dos templos tem várias barracas de pessoas vendendo e praticamente tudo, de postais e roupas típicas - bem mais barato e da mesma qualidade que no mercado da cidade. As moças são risonhas, ficam todas felizes quando vendem alguma coisa, dá dó, fiquei com vontade de comprar tudo para ajudar porque a pobreza é grande mesmo.
Trouxe a lembrança de um povo pobre, risonho e amável.
Sobre dinheiro: troque já no aeroporto uma razoável quantidade de dinheiro local.
OS asiáticos detestam cartões de crédito, nem desconfiam o que seja um caixa automático e não aceitam euros nem dólares. Nós não costumamos trocar dinheiro em aeroporto porque as taxas costumam ser mais altas, porém em Siem Riep não tem outra opção - é só no aeroporto que existe câmbio, então, perdemos tempo em retornar para trocar dinheiro.
É recomendável três dias para apreciar com calma o complexo inteiro, são mais de 30 kilômetros de construções imensas, templos, pátios e palácios. Fiquei apenas um dia, então fiz os mais importantes.
Prepare-se para um calor maior que o portal de inferno (Santos/SP, onde vivo) A gente saía com água congelada na mochila porque durante o dia ela vai derretendo e esquentando. É preciso se hidratar bem.
Quem curte mitologia, como eu, vai deliciar-se em decifrar as figuras nos murais, o deus Vishnu dançando no oceano de leito, lutando com os Asuras e Devas, todos os detalhes das batalhas históricas mais importantes esculpidas lá. (ah, sim, tem peixes no oceano, como dizem os guias mirins, mas para descobir isso a gente não precisa ir até a Ásia, né?)
Esse leãozinho aí é um detalhe do palácio do rei Suryavarman II
Muito fofo.
Império Khmer (802 - 1431)
o fundador do Império Khmer foi o rei Jayavarman II
Angkor foi construído no século XII pelo rei
Suryavarman II, era para servir como mausoléu pessoal do monarca e, como um templo para o deus hindu Vishnu. O complexo tem a forma de uma pirâmiderepresentando a estrutura do universo: o nível mais alto no centro do templo representava o monte Meur, casa dos deuses hindus, com as cinco torres no mais alto nível representando os cinco picos da montanha. O fosso amplo em torno do complexo representado os oceanos que cercam o mundo.
Nada como incluir pessoas nas fotos para ter noção do tamanho das coisas.
Essa é a Fernanda, meia desidratada e uns 5 kilos mais magra que no café da manhã...
Essa com certeza é famosa, você em qualquer revista de turismo, e foi a árvore que mais gostei. Ver essa carinha aí dando risada para e gente mexe... dá um sentimento de "tudo passa"...
Painel na entrada do Museu de Arqueologia de Siem Riep.
Museu de Arqueologia de Siem Riep.
Eu sugiro ao turista que não queira ficar 3 semanas lendo sobre a história do império Khmer como nós fizemos, que chegue em Siem Riep a visite primeiro o museu, porque:
1 - lá dentro é fresquinho, tem ar condicionado.
2 - As peças mais bonitas e melhor conservadas do complexo foram levadas para lá.
3 - tem filmes curtos e painéis com informações relevantes sobre Angkor em todas as línguas possíveis (bem, em algumas dezenas de línguas, e inglês, francês e espanhol fazer parte, então dá para a gente entender)
4 - Depois de ouvir e ler muita coisa, pelo menos o principal sobre o complexo de Angkor, o turista pode ir sem medo de ser feliz. E prevenir-se de ser "enrolado" pelos quengas locais.
2 - As peças mais bonitas e melhor conservadas do complexo foram levadas para lá.
3 - tem filmes curtos e painéis com informações relevantes sobre Angkor em todas as línguas possíveis (bem, em algumas dezenas de línguas, e inglês, francês e espanhol fazer parte, então dá para a gente entender)
4 - Depois de ouvir e ler muita coisa, pelo menos o principal sobre o complexo de Angkor, o turista pode ir sem medo de ser feliz. E prevenir-se de ser "enrolado" pelos quengas locais.
Belo templo budista ao lado do Museu.
Outra visão do templo budista.
Caso curioso: como a condução local é o tchuc tchuc (aquelas cadeirinhas puxadas por gente, atualmente por ciclistas) a gente chamou um para nos levar ao hotel; o mocinho disparou em direção contrária, falando lá na língua deles, e levamos um susto, até consideramos a hipótese de pular do carrinho em movimento, mas estava claro e arriscamos esperar. O nosso condutor parou finalmente em uma esquina onde se pos a falar e a gesticular como um doido para outro cambojano, que enfim subiu na boléia e nos explicou:
- Ele não sabe falar inglês e não quis perder a corrida, então trouxe vocês aqui porque eu falo inglês, então eu levo vocês aonde vocês querem ir e nós dois vamos dividir o dinheiro.
Ai, pobreza!
Enfim, viemos conversando, rindo e sem chegamos sem maiores sustos ao nosso hotel, um pouco mais magrinhas depois de derreter uns 3 ou 4 kilos no passeios. Clima de sauna seca.
Demoramos um pouco para achar, em uma ruela estreita e meio suja, este local especial.
Um dos arquitetos que trabalho no trabalho de "restauração" de Angkor, depois da queda do império Khmer Vermelho (1979) construiu em seu quintal uma réplica dos principais monumentos. O pessoal local não gosta muito disso, um deles nos disse que o homem (estrangeiro) retirou sem permissão pedras das construções originais.
Ponto alto da viagem ao Camboja - jantar com músicas e danças típicas.
O jantar em si teve muitas comidas deliciosas, frutos do mar, frutas como a pitaya, que eles chamam de fruta dragão, doces de gosto suave feito de chá verde, muita coisa diferente e deliciosa.
Esta moça dança a dança das Apsaras = dançarinas celestiais. Apresentavam-se para o rei, durante o império Khmer.
As danças tem como característica movimentos suaves e complicados de mãos.
Algumas danças contam histórias de amor, outras falam da colheita do arroz e outros temas típicos.
Tudo ao som de instrumentos de timbre suave.
Este elefante está no aeroporto, onde passei pela alfândega mais confusa e engraçada!
Havia uma longa mesa com uns doze homens em terno e gravata sentados à frente de computadores. O primeiro pegava o passaporte, passava para o segundo, que passava para o terceiro e assim por diante, e cada um falava algo e clicava no teclado à frente. Finalmente, o último homem pronunciava algo que ninguém entencia, gritava, ficava nervoso, até que um funcionário pegava o passaporte e vinha mostrando a foto para cada um que estava na fila, até alguém exclamar: "sou eu!"
Aí recomeçava a conversa doida entre o funcionário, o intérprete e a pessoa. No me caso, precisei tirar uma foto e recebi um visto provisório de visitante. A Fernanda já tinha foto e não precisou fazer nada, só sair da fila e ir direto para o hotel.
Eu me senti em um filme de Indiana Jones, com todos aqueles asiáticos de aspecto esquisito, que quando falam parecem estar gritando zangados, mas deve ser simplesmente o jeito normal deles falarem.

Um pouco de
história
Fonte: www.canbypublications.com
Traduzi do melhor site turístico oficial do Camboja, o único inconveniente: está todo em inglês.
(e o tradutor automático já se sabe o desastre que é...você diz que comeu uma manga e ele traduz para o inglês sleeve, aí quem lê pensa que você comeu a manga...da camisa! E por aí vai...você recolhe dados e ele traduz como data, até o nome de minha amiga Jan foi traduzida como Janeiro!)
Traduzi do melhor site turístico oficial do Camboja, o único inconveniente: está todo em inglês.
(e o tradutor automático já se sabe o desastre que é...você diz que comeu uma manga e ele traduz para o inglês sleeve, aí quem lê pensa que você comeu a manga...da camisa! E por aí vai...você recolhe dados e ele traduz como data, até o nome de minha amiga Jan foi traduzida como Janeiro!)
Museu
Nacional de Siem Riep
A lenda revelada
Galeria dos
1000 Budas – coleção de estátuas de Budas em todo tipo de postura, material e
tamanho. Como eu ainda não tinha ido a outro país budista, foi novidade.
Existem
oito galerias, que o turista deve seguir em ordem cronológica, pois contam a história
do império Khmer.
A sala das
Apsaras – representações das dançarinas celestiais em diferentes estilos e
ornamentos
As construções
Angkor
significa capital, no sentido de cidade sagrada. O nome referia-se tanto à
cidade quanto ao império Khmer, que ali floresceu entre os séculos IX e XII.
Em seus
tempos áureos, Angkor abrigava cerca de um milhão de pessoas, e esta cultura
liderou militar e economicamente a região de Laos, Vietnã, Tailândia e Camboja.
O povo khmer habitava a área desde o século I, e eram dominados pelos habitantes da ilha de Java. A região era um cruzamento comercial entre os povos do Mediterrâneo e a rota da seda (China e India). Através desse intercâmbio o hinduísmo e o budismo penetraram e foram assimilados pela população local. Haviam duas regiões distintas, o estado de Furnan que originou o Vietnã e o Camboja, e o estado de Chendla, mais ao norte. Esses dois estados rivais digladiaram-se e esfacelaram-se sob o domínio do ultimo rei de Chendla, Isanavarnan, que construiu os templos pré angkorianos de Sambor. Seu sucessor foi Jayavarnan I, que unificou os reinos esfacelados e construiu Angkor. Em uma cerimônia no monte Kylen, Jayavarnan declarou-se rei-deus e estabeleceu sua linhagem real. A primeira capital foi Roluos, a 13 km de Siem Riep. Após a morte de Jayavarnan foi construído o templo Preah Ko em sua homenagem. Neste templo pode-se observar os ricos entalhes típicos dessa época.
O povo khmer habitava a área desde o século I, e eram dominados pelos habitantes da ilha de Java. A região era um cruzamento comercial entre os povos do Mediterrâneo e a rota da seda (China e India). Através desse intercâmbio o hinduísmo e o budismo penetraram e foram assimilados pela população local. Haviam duas regiões distintas, o estado de Furnan que originou o Vietnã e o Camboja, e o estado de Chendla, mais ao norte. Esses dois estados rivais digladiaram-se e esfacelaram-se sob o domínio do ultimo rei de Chendla, Isanavarnan, que construiu os templos pré angkorianos de Sambor. Seu sucessor foi Jayavarnan I, que unificou os reinos esfacelados e construiu Angkor. Em uma cerimônia no monte Kylen, Jayavarnan declarou-se rei-deus e estabeleceu sua linhagem real. A primeira capital foi Roluos, a 13 km de Siem Riep. Após a morte de Jayavarnan foi construído o templo Preah Ko em sua homenagem. Neste templo pode-se observar os ricos entalhes típicos dessa época.
Em torno da
construção de Angkor há enormes reservatórios de água.
O filho de Jayavarnan
I continuou a obra do pai. Seu nome era Yasovarnan I. Houve disputa de poder
entre ele e seu irmão.
No apogeu
do império Khmer foram construídos majestoso templos e monumentos, como:
Ta Kero
Banteay Srey
Baphion
West Baray
Os reis desse período tiveram enorme poderio militar, culminando com Suryavarnan VII, em cujo reinado foi construída a mais espetacular construção, Angkor Wat.
Houve lutas internas. Cham invadiu a cidade pelo rio. Existem relevos referentes a batalhas navais, mas há dúvidas a qual batalha está retratada em baixo relevo. Após 4 anos o legendário rei de Angkor, Suryavarnan VII, contra-atacou e recuperou o poder. Quebrando 400 anos de tradição, declarou o budismo Mahayana religião oficial. Iniciou-se o melhor e mais próspero período de Angkor. Centenas de monumentos foram construídos em apenas 40 anos, incluindo Bayon, com suas faces gigantescas. A arquitetura desse templo é artisticamente inferior ao período anterior. Posteriormente muitas imagens de Budas foram vandalizadas. Após a morte de Suryavarnan VII, em 1220, não foram acrescentados grandes monumentos.
A partir do século XIII começou a desintegração do império.
Jayavarnan VIII retornou ao hinduísmo e sob seu reinado as construções budistas foram descaracterizadas; após sua morte o budismo retornou e até hoje é a religião dominante no país.
Ta Kero
Banteay Srey
Baphion
West Baray
Os reis desse período tiveram enorme poderio militar, culminando com Suryavarnan VII, em cujo reinado foi construída a mais espetacular construção, Angkor Wat.
Houve lutas internas. Cham invadiu a cidade pelo rio. Existem relevos referentes a batalhas navais, mas há dúvidas a qual batalha está retratada em baixo relevo. Após 4 anos o legendário rei de Angkor, Suryavarnan VII, contra-atacou e recuperou o poder. Quebrando 400 anos de tradição, declarou o budismo Mahayana religião oficial. Iniciou-se o melhor e mais próspero período de Angkor. Centenas de monumentos foram construídos em apenas 40 anos, incluindo Bayon, com suas faces gigantescas. A arquitetura desse templo é artisticamente inferior ao período anterior. Posteriormente muitas imagens de Budas foram vandalizadas. Após a morte de Suryavarnan VII, em 1220, não foram acrescentados grandes monumentos.
A partir do século XIII começou a desintegração do império.
Jayavarnan VIII retornou ao hinduísmo e sob seu reinado as construções budistas foram descaracterizadas; após sua morte o budismo retornou e até hoje é a religião dominante no país.
No início
do século XV a capital foi transferida para Phnom Penh. Alguns dizem que foi a aproximação
dos siameses a oeste, outros estudos apontam uma mudança climática que afetou e
irrigação da região. Phnom Penh ocupa uma posição privilegiada por estar em área
de confluência fluvial.
Em 1860
Henri Mouhot escreveu o livro que atrairia os olhos do mundo para Angkor: Travels
in Siam, Cambodia, Laos and Annam. Em 1886 começou o período colonialista francês.
Atrações imperdíveis:
Ta Prohm – onde a floresta invadiu os templos. É belo ver as raízes imensas de
arvores gigantescas, enlaçadas às pedras. Em uma delas, uma famosa cabeça de
estátua aparece como que estrangulada.Angkor Wat – e seu espelho d’água.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Bélgica - 2014 - Mini-mundo - parte 1
(As fotos desta reportagem são quase todas da Fernanda
Rodrigues Vieira, exceto as que ela aparece, que são minhas...Sonia R R
Rodrigues)
Esta é uma maneira bem interessante de você começar seu passeio pela Europa, pois já vai ter uma ‘prévia’ do que o espera. As miniaturas são de satisfazer as exigências de qualquer perfeccionista, e, se você tiver o azar de pegar uns dias de chuva e neblina, terá visto como seria e poderá ‘fazer de conta’, de memória. Não ria! O tempo na Europa está tão maluco quanto em minha cidade, que tem o que os meteorologistas chamam de clima de transição – de sol forte a vento gelado, tudo pode acontecer!
No caminho do Atomium, pare antes aqui.
Passeio maravilhoso, mesmo que você esteja sem as
crianças.
No verão, cubra-se de protetor solar e leve um chapéu de sol (serve sombrero, pois o sol é fooooorte) e uma garrafa de água gelada, pois no caminho vai esquentar e você vai desidratar. Eu fui na primavera, e pensei estar no Camboja, tanto que eu pingava... É, clima maluco assim.
Bom, confira o mini-mundo. O livreto que você ganha na entrada é de guardar – tem muitas informações interessantes, nem todas escolares, sabe, geografia, história...nada, além das chatices dos números e estatísticas, tem informações realmente interessante. Eu guardei o meu.
No verão, cubra-se de protetor solar e leve um chapéu de sol (serve sombrero, pois o sol é fooooorte) e uma garrafa de água gelada, pois no caminho vai esquentar e você vai desidratar. Eu fui na primavera, e pensei estar no Camboja, tanto que eu pingava... É, clima maluco assim.
Bom, confira o mini-mundo. O livreto que você ganha na entrada é de guardar – tem muitas informações interessantes, nem todas escolares, sabe, geografia, história...nada, além das chatices dos números e estatísticas, tem informações realmente interessante. Eu guardei o meu.
Berlaymont
Sendo a capital da União Européia, Bruxelas, na Bélgica abriga numerosos institutos como a Comissão, o Parlamento e o conselho de Ministros. Berlaymont, este edifício de 13 andares, é o principal escritório da Comissão.
Curiosidades:
Unidos na diversidade. – Esta é a divisa da União Européia.
A bandeira da EU tem 12 estrelas, porque o número 12 que exprime perfeição.
Unidos na diversidade. – Esta é a divisa da União Européia.
A bandeira da EU tem 12 estrelas, porque o número 12 que exprime perfeição.
Europa – em fenício significa ‘sombra’ e em grego significa ‘grandes
olhos’.
(A Europa da mitologia grega, raptada por Zeus, que se transfomara em um touro branco, era uma mulher fenícia)
(A Europa da mitologia grega, raptada por Zeus, que se transfomara em um touro branco, era uma mulher fenícia)
Trelleborg
Dinamarca, terra dos vikings, povo que, ao redor do ano 1000, se aventurava por todos os
mares e pilhava as costas da Europa. Este campo constituído de 31 casas
alongadas , cercada de canais e barricadas, serviam de abrigo para mulheres e
crianças que se preveniam de invasões vindas de além-mar.
Dinamarca
A Bolsa de Copenhague
A bela flecha do campanário é feita de cobre, representa a cauda de 4 dragões e de 3 coroas: dinamarquesa, sueca e norueguesa.
A bela flecha do campanário é feita de cobre, representa a cauda de 4 dragões e de 3 coroas: dinamarquesa, sueca e norueguesa.
Dinamarca
Nyhavn – o Novo Porto
Fica em Copenhague este porto colorido, construído por holandeses no século XVIII. Hoje é principalmente turístico e os marinheiros se fazem tatuar como nos tempos do rei Frederico IX
Nyhavn – o Novo Porto
Fica em Copenhague este porto colorido, construído por holandeses no século XVIII. Hoje é principalmente turístico e os marinheiros se fazem tatuar como nos tempos do rei Frederico IX
Finlândia
O castelo de Savonlinna defende a fronteira com a Rússia,
foi construído em 1475, situado estrategicamente ao longo de um canal que liga
diversos lagos da região. No verão, acontecem as óperas de verão, que tornou-se
um ponto de encontro entre Este e Oeste. Conhecido como o país dos mil lagos,
na Finlândia existem mais saunas que carros. Que delícia!
A prefeitura de Estocolmo
Este edifício levou 12 anos para ser construído, foi
inaugurado em 1923. É aqui que a entrega dos Prêmios Nobel ocorre, a cada 10 de
dezembro.
Lituânia
A Universidade de Vilnius, construída por jesuítas, funde
três estilos: clássico, barroco e gótico. O pátio do observatório astronômico
apresenta inscrições em latim e signos zodiacais. Vilnius foi conhecida como a
Jerusalém do Ocidente.
Estônia
Essa é Tallinn, a vila dos dinarmaqueses, assim conhecida
depois de ser conquistada pelo rei dinamarquês Valdemar II em 1219. A redonda e grossa
torre dos canhões é conhecida como Margarida, possivelmente me homenagem à
rainha da Dinamarca, o muro medieval tem 4 km de extensão. Na época, pertencia à liga
teutônica e é um local importante a caminho da Rússia. A UNESCO reconheceu o
caráter excepcional de Tallinn como arquitetura medieval.
Maastricht, Holanda
Nessa prefeitura redigiu-se o tratado inicial da EU.
Este prédio data do século XVII e tem uma particularidade: um dupla escadaria
de honra, pois a vila estava ao mesmo tempo sobre a autoridade secular e
temporal e era preciso evitar que os delegados das duas juridições se
melindrassem...
Castelo de Hoensbroek, Holanda
Completamente circundado por água, esta fortaleza medieval
recebeu reformas no século XVII e ganhou um ar renascentista.
É um centro de fabricação de armas, situado às margens do rio Meuse. Uma parte de sua riqueza é destinada a obras de caridade. Sem comentários.
Igreja de Notre-Dame, em estilo gótico, com sua famosa torre
em forma de pêra, que não foi prevista pelo projeto original, e que contribuiu
para sua fama. Foi bombardeada durante as guerras e restaurada.
Veere, Bélgica
Com vista do Atomium logo atrás, embora não esteja tão
perto...vai bem uns 30 minutos de caminhada até lá.
Veere deve sua existência à construção de um dique que isola a cidade do mar. É uma pequena cidade que floresceu no século XV devido ao comérdio de lã, pertencente a uma colônia de mercadores escoceses.
Veere deve sua existência à construção de um dique que isola a cidade do mar. É uma pequena cidade que floresceu no século XV devido ao comérdio de lã, pertencente a uma colônia de mercadores escoceses.
Holanda
Em 1582, depois de repelirem as tropas espanholas, a capela
do Espírito Santo ficou conhecida como um símbolo de liberdade, e na sua
fachada dói escrito em latim: ‘ coragem e força garantiram o Direito de Posse
das autoridades e dos cidadãos.’ Desde 1983 aí se instalou o Museu do Queijo
Holandês.
Holanda
Amsterdã
Grande Palácio de Bruxelas
Nos anso pares é decorado com um magnífico tapete de flores.
Rodeado por 294 estátuas em estilo gótico, datadas so século XIX. Atualmente aí
também se encontra um museu com o guarda-roupa do Manneken-Pis.
Bélgica
Bruges - Daqui saíam muito dos peregrinos rumo à Santiago de Compostela
Bélgica
Bruges - Praça dos curtidores
Bruges - cidadezinha encantadora; este campanário é do século XIII.
Gand e sua eclusa
Bélgica
Antuerpia, Bélgica – Fonte Brabo, obra de Jef Lambeaux
Há uma lenda relacionada a esta fonte. Aqui o romano Silvius
Brabo venceu o gigante Antigoon que lhe exigia um pedágio. O vencedor cortou a
mão do gigante e a jogou no rio Escalda, e as terras entre o rio Reno até este
local ficaram libertas do jugo do gigante, e passaram a se chamar Antuérpia
(mão arremessada).
Bélgica
Alden Biesen
Sede da Ordem dos Cavaleiros Teutônicos, século XIII
Sede da Ordem dos Cavaleiros Teutônicos, século XIII
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