sábado, 25 de março de 2017

Para rir um pouquinho - viagem à Portugal em 2017

TAP - cardápio vegetariano

No balcão de embarque o funcionário confirmou a requisição do cardápio vegetariano.
A bordo me serviram no almoço carne moída com legumes e picadinho ao molho madeira (dois pratos de carne na mesma refeição, sim) e à tarde recebi sanduíche de carne de leitão.
No café da manhã havia uma seleçao de frios, incluindo fiambre e presunto.
De cada vez, o comissário de bordo entregava-me a bandeja e explicava: "Como a senhora solicitou cardápio vegetariano, fique à vontade para solicitar a troca do prato".

PS - A comida da TAP estava deliciosa. Incluindo docinhos portugueses de sobremesa. Docinhos, no plural! Da próxima vez, se houver opção, é voar pela TAP e esquecer o jejum do dia do vôo.

Recepção do hotel - após um atraso de sete horas por conta do aeroporto paralisado.

Hotel, funcionário - Estranhei a senhora não ter-se comunicado comigo.
Eu - Tentei por diversas vezes, telefonei do celular, do telefone do aeroporto com cartão, inclusive outro passageiro português fez a ligação do celular dele para tentar ajudar.
H - Para que número a senhora ligou?
Eu - Para o número que consta no seu voucher.
H - Esse é o numero fixo. Nós não atendemos o número fixo durante os finais de semana. A senhora deveria ter ligado no meu telemóvel.
Eu - Não vejo onde está o número do telemóvel.
H - Não vê porque não consta do voucher nem está no site. O telemóvel é uma linha privada, pessoal.
Eu - Não havia um funcionário aqui na recepção?
H - Sim, havia, eu fiquei aqui o dia inteiro.
Eu - Sem atender o número fixo?
H - Sim, porque no final de semana não atendemos o telefone fixo, apenas os chamados no número pessoal.
Bem, eu havia passado as últimas 24 horas olhando painéis e sendo jogada de gate para gate. Prudentemente escolhi recolher-me ao quarto e degustar o bolo de mel com vinho da Madeira, cortesia da casa para os hóspedes.

Ilha da Madeira - vários restaurantes - a sopa do dia.

Andei para lá e para cá por uma semana e sempre a mesma coisa, nos restaurantes mais simpáticos por onde passei:
- Qual é a sopa do dia?
- Sopa de legumes.
No primeiro dia tomei, uma deliciosa sopa de cenoura.
- Qual é a sopa do dia?
- Sopa de legumes.
No segundo dia, experimentei o peixe espada.
- Qual é a sopa do dia?
- Sopa de legumes.
No terceiro dia, exclamei:
- A sopa do dia é sempre a mesma?
(pensei - era mais fácil colocar no cardápio sopa de legumes)
- Não, senhora, a sopa do dia é sempre diferente.
- Mas, como é diferente? Todo dia eu pergunto e a resposta é sempre a mesma: sopa de legumes.
- Mas, minha senhora, a sopa é sempre de legumes, mas os legumes são diferentes a cada dia!
Assim, voltei a jantar a cada dia uma sopa igual mas diferente - caldo de mandioquinha, de cenoura, de ervilhas...

PS - sopa de gomos = sopa de vegetais/ legumes/ brotos.

Outras expressões que eu não conhecia:
exame à vista - exame de vista
peúgas = meias
explicador = professor

Ou, como disse o Pepetela, em uma das conversas do Festival Literário de Madeira:
- Nunca entendi essa questão do acordo ortográfico, para que esse acordo se estamos aqui a nos desentender há mais hora ?

sexta-feira, 24 de março de 2017

Funchal - Fundação Berardo em Monte Palace

Fundação Berardo

                                Aqui no Jardim Tropical Monte Palace estão belas obras de arte, incluindo uma coleção muito rica de azulejos de várias épocas e estilos. Vale a pena conferir.




"Rapariga santando à corda", por James Butler, 1987.




É refrescante circular pelas pontes e cascatas em um dia quente, admirando os pássaros e as estátuas.






Os primeiros habitantes faziam casas assim, eram simples, práticas. Hoje já não se fazem mais assim.


O nome desta estátua é Gone with the wind, feita por Manfred, 1989.


Fotografei alguns dos azulejos que achei mais bonitos, eles falam por si.





























Ao fim da visita, o Café do Jardim Tropical oferece a cada visitante uma prova do vinho Madeira.
Tem também uns bolinhos, algo para um breve lanche, mas nada para almoçar.
Um dos melhores lugares para se visitar em Funchal, certamente.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Funchal - visto do alto

Cabo Girão visto de perfil do mirante - pode-se ir pelo ônibus turístico ou pelos normais.
Lá embaixo, praias de areia preta e áreas de agrucultura, cujo acesso dá-se por mar ou por elevadores.




Visto aérea de Funchal, do Cabo Girão, e estrelícia, a flor símbolo da Madeira.


E aqui estão elas, as lagartixas, às duzias, tomando sol no Cabo Girão.



Outro local para se ver Funchal do alto é o Monte Castelo.
 Pode-se aqui chegar pelo teleférico, por onibus normais ou de carro.
Vista do teleférico para o Monte:



No alto podemos ver uma oliveira milenar.



E no Café do Monte, logo ao lado da estação, comer um peixe espada com banana, acompanhado de uma Nikita - bebida da região, feita com aguardente e maracujá, ou na opção sem álcool, com um refrigerante local chamado Brisa.

                         




Braga - Portugal


                                        

Visita-se Braga em uma tarde.
Vai-se de comboio ou de carreata (ônibus)
Assim paguei 10 euros.
Se quiser pode vir por passeio com guia e ônibus de excursão, paga-se então 90 euros.

Pórtico da cidade.
                É uma cidade medieval, o centro histórico, cheio de ruas curvas, maus sinalizadas e o mapa é um pouco confuso. Vim de Guimarães, onde passei a manhã, então estava um pouco cansada e impaciente. O ideal é sair de Guimarães e almoçar em Braga, pois o comércio fecha entre 13 e 14hs30.
               Os preços são ótimos aqui. Para aqueles artigos tradicionais que se encontra em toda a parte, como objetos de cortiça, doces, bordados, em Braga é bem mais barato que em cidades maiores e mais visitadas pelos turistas.




Alguns recantos floridos são realemente encantadores.
Já as ruínas romanas, são praticametne inexistentes. Um muro ou uma fachada ocasionalmente.





Fachadas típicas, ruas estreitas e misteriosas...dê asas à imaginação.








Achei bem simpático esse afresco em frente a Santa Casa.